VALE aponta prejuízo em dobro no trimestre

A empresa VALE mineradora registra prejuízo de R$6,663 bilhões no terceiro trimestre de 2015 o que equivale ao dobro da perda do registrado no último trimestre de R$3,381 bilhões, somando uma perda no acumulado do semestre acima de R$10 bilhões. De acordo com o levantamento do número atribuído o lucro da empresa registrou em torno de R$5,144 bilhões. O motivo pelo qual os resultados estejam sendo prejudicados é a oscilação cambial. A companhia hoje apresenta suas dívidas na forma de dólar, sendo assim, com as oscilações constantes do dólar e a conversão para o real a dívida passa a ser bem maior em termos de despesas que empresa precisa controlar influenciando negativamente o resultado sobre a receita.

De acordo o relatório de desempenho o fato da rápida depreciação do real frente ao dólar os resultados financeiros foram prejudicados. O resultado financeiro da empresa está em débito em mais de R$25,85 bilhões no trimestre de 2015.

Em relação as exportações da empresa a variação do dólar já foi mais promissora na receita. A empresa possui também majoritariamente suas receitas em dólares e a desvalorização do real impacta positivamente nesse sentido amenizando o efeito contábil sobre a dívida bem como o volume de vendas maiores nas exportações que auxiliam um desempenho melhor na receita.

A empresa registrou um avanço de 13% no terceiro trimestre com o resultado de R$23,35 bilhões na receita, mesmo com o preço das commodities na contramão do avanço nesse balanço positivo.

O EBITDA da empresa que se refere ao lucro antes das amortizações e depreciações sobre a receita no terceiro trimestre foi 14,2% menor do que o comparativo do ano passado R$6,2 bilhões.

A empresa sofreu aumentos nos produtos e serviços no terceiro trimestre em torno de 20% ante no terceiro trimestre do ano passado.

As vendas realizadas pela companhia VALE somaram US$1,537 bilhão no terceiro trimestre, contabilizadas pela venda de ações preferenciais e da vendas de navios para empresa a China Merchants Energy Shipping. A empresa totalizou em investimentos no período de julho a setembro US$’,879 bilhão, 39% menor do que o comparado do mesmo período do ano passado.

O terceiro trimestre de 2015 para empresa VALE foi classificado como um período de transição pela empresa pelas ações, investimentos e prejuízos contabilizados pelos fatores econômicos levantados até o momento e que nesse sentido a empresa vem com certa estabilidade frente aos acontecimentos nos próximos anos.

Spread – Custo entre as melhores ofertas na bolsa

O que é o spread ?

 O spread é o valor relacionado com a diferença entre as melhores ofertas de compra e venda na bolsa de valores e serve como referência ao investidor para decidir o quanto a ação precisa se valorizar para começar a gerar lucro.

O spread também serve para identificar o custo para entrada e saída de uma operação. Esses custos não estão relacionados com corretagem e emolumentos, mas sim com a capacidade de retorno líquido sobre o ativo escolhido ou mesmo a exposição ao risco após entrada em alguma operação. Por exemplo:

fig1

Acima temos um book de ofertas da empresa VALE5 com as melhores ofertas de compra e venda, conforme destacado. Nesse caso qual seria o spread informado? Seria R$0,02, pois a diferença entre a oferta de venda e compra respectivamente é dada por:  R$44,31 – R$44,29 = R$0,02.

Para utilizar o spread durante uma operação, o investidor precisa realizar a verificação dos valores conforme mostrado acima e checar o quanto esse valor representa em porcentagem acima da melhor oferta de venda demonstrada aqui por R$44,31.

Vamos analisar :

44,31 – 100%

0,02 – 0.04%

Podemos observar que o spread é 0,04%.

Vamos a outro exemplo :

No mercado fracionário com a mesma empresa temos o seguinte esquema:

fig2

 

Calculando o spread:

Melhores ofertas de venda e compra com os respectivos valores : R$44,42 – R$44,26 = R$0,16

O quanto o valor representa em porcentagem sobre a melhor oferta de venda apontada acima ?

44,42 – 100%

0,16 –  0,36%

O spread é representado pelo percentual de 0,36% sobre a melhor oferta de venda da ação no mercado fracionário. O que significa essas diferenças entre os diferentes spreads ?

O 1º caso no mercado à vista o book de ofertas aponta um spread de 0,04% que significa dizer que a ação precisa subir até 0,04% para gerar lucro e sair sem prejuízos, isso sem contar com os custos operacionais complementares a corretagem e outros emolumentos.

No 2º caso no mercado fracionário, temos um spread representado por 0,36%, o que equivale dizer que a ação precisa subir no mínimo 0,36% para que você saia da operação sem prejuízos. Conclui-se então que a identificação do menor spread aponta qual ativo possui maior liquidez. Quanto maior o spread, mais a ação precisa se valorizar para gerar algum retorno, do contrário, quanto menor o spread menos a ação precisa se valorizar com maiores chances de um retorno. 

As ações que possuem maior liquidez são as que compõem o índice Ibovespa no mercado à vista e devem ser monitoradas com relação ao spread atual com objetivo de escolher sempre as mais líquidas do momento. Isso se torna uma vantagem para quem opera daytrade que necessitam de um retorno mais garantido pelo espaço de tempo em que operam. Operações mais espaçadas como o swingtrade também é um tipo de operação beneficiada com esse indicador, proporcionando melhor segurança na escolha das operações mais adequadas.

O que é day trade, swing trade e position trader?

Dentre muitas das formas de operar no mercado de ações existem aquelas que se identificam melhor com você e outras que são melhores para outros investidores. O mercado de ações possibilita essa variação de oportunidades garantindo participação de todos. Essa garantia de participação vai muito de seu tempo, de seu objetivo para agora ou para depois e de sua disponibilidade para buscar conhecimento e entender o mercado de acordo com suas necessidades. Portanto vamos definir a forma de operar que mais se encaixa com você:

Day trade: As operações baseadas na posição de day trade são operações que possuem um tempo de duração reduzido após a abertura de uma posição no mercado. Por exemplo: Você acabou de comprar uma ação da empresa X, e alguns minutos ou horas depois já encerrou a posição. Essa forma de operar para você que é iniciante não é recomendada ainda, pois exige um acompanhamento maior dos gráficos, das reações econômicas e precisa de um pouco mais de experiência para ser feita. A experiência dessa forma de operar dependerá de sua disponibilidade diária e de seu conhecimento sobre a estratégia que se deve tomar evitando prejuízos desnecessários.

Swing trade: Quando alguém opera swing trade, eu sei que ela utiliza o gráfico diário em seus investimentos. Essa posição pode durar dias e semanas dependendo sempre se sua estratégia aplicada esteja sendo respeitada e dando lucro, caso contrário uma posição pode ser encerrada antes mesmo do tempo previsto para que desse certo. O swing trade exige um acompanhamento diário dos gráficos de candles, tendo em vista que todo dia é aberto um novo candle no gráfico diário e que deve ser analisado antes, durante e depois de uma operação.

Position Trade: O investidor que geralmente escolhe operar por position trade terá como forma de acompanhamento um gráfico semanal, onde cada candle aberto representa uma semana. Assim um gráfico semanal exige mais tempo para pensar em investir, não exige tanto acompanhamento como as opções anteriores e permite ao investidor respirar um pouco mais. Essa forma de operar é mais indicada para aquelas pessoas que não tem tempo de estar vendo um gráfico, acompanhando os resultados diários e que não tem um controle emocional ideal caso estivesse em uma operação de day trade.

Podemos ver que na Bovespa as opções são variadas para investir, cabendo apenas distinguir a forma que é mais indicada para você. Quanto aos rendimentos de cada uma, isso sempre depende de como está operando, podendo levar a um crescimento caso esteja seguindo corretamente sua estratégia e o sinal do mercado.  Veja mais em nosso canal :

Estratégias de compra com a análise técnica

Podemos sempre nos deparar a cada dia com notícias sobre um ativo, suas expectativas traçadas para curto e médio prazo. Mas muitas das informações são interpretadas pelo mercado de uma maneira a qual reflete inteiramente no comportamento dos preços praticados. Como forma de analisar o mercado, não temos ferramentas para todo tipo de interpretação, mas existem ferramentas muito úteis que se bem usadas poderão dar uma visão ativa da situação.

A análise técnica é uma ferramenta que projeta as cotações em formato gráfico com base em levantamentos anteriores do ativo como: relatórios, resultados gráficos anteriores, preços, desvalorização, repiques, suportes, resistências e tendências. Como entender a análise técnica para nossas operações de compra?

Dentre as principais estratégias estão: rompimento, correção e contra-tendência

Rompimento

Um rompimento ocorre quando um ativo encontra-se sempre em uma linha de tendência de alta, ou seja, topos e fundos ascendentes. Ocorre a superação do topo anterior com a formação de um fundo maior que o outro. Para que ocorra a entrada no mercado, o preço precisa dar sinal de um repique. Exemplo:

fig1

Correção

Essa estratégia ocorre dentro de um ativo com tendência de alta. Geralmente um ativo com tendência de alta pode sofrer uma variação de queda com retomada da tendência anterior. A compra é acionada quando o gráfico indica um momento de retomada do movimento, caso contrário o movimento supere o fundo anterior ocorreria uma mudança de tendência, devendo assim ficar de fora da operação para uma possível reversão de baixa.
Exemplo:

fig2

Contra tendência

A contra tendência é a estratégia que marca o momento em que uma compra é acionada após um movimento de baixa, onde os topos e fundos são descendentes. Antes da formação do ponto de compra no gráfico ocorre um topo descendente. A compra será certa quando o gráfica mostrar uma possível chance de repique de alta nos preços, ou seja uma correção da forte queda anterior. Exemplo:

As fases de compras dentre as estratégias apresentadas são sempre marcadas com relação a tendência do preço, pré-requisito da análise técnica para identificar momento de entrada e saída. Sabemos que o mercado tem um comportamento baseado em dados e que se bem administrados por meio das ferramentas que temos disponível, será possível montar uma estratégia viável.

Política monetária e a alta do dólar

Como forma de organizar, apurar a moeda nacional, o poder de compra da população, os níveis de crédito que o país emite o governo utiliza a política monetária. A economia de um país é medida por sua capacidade produtiva e por consequência acaba por influenciar diretamente seus setores atuantes.

A composição da economia de um país cita o nível de desenvolvimento que está passando em detrimento a seus setores de produção, exportação, logística, comercial etc. No que diz respeito a política monetária o que se pode observar hoje é uma alta do dólar comercial com uma disparada jamais verificada nos últimos anos. A economia se baseia sempre na lei da oferta e da demanda. Sob esse conceito o que se passa é uma escassez de crédito muito grande nos EUA devido ao aumento na procura por dólar como opção de investimento.

A Bolsa de Valores vem com índices abaixo do esperado e isso leva os investidores a procurarem um meio de investimento mais rentável do que a bolsa pode oferecer. Procura maior pelo dólar vem acarretando seu aumento e como existe pouca emissão da moeda para circulação interna logo o câmbio acaba por subir.

Existem dois tipos de política monetária que um país se sustenta que são : expansionista e restritiva. Uma política sob o regime expansionista seria onde uma economia gera maior nível de crescimento a seu país por meio do aumento de crédito, aumento da circulação da moeda, aumento do consumo interno e valorização na produção por demanda aumentada.

O regime restritivo como o dos EUA atualmente é ocasionado quando o Banco Central realiza a compra de um grande volume de dólares tirando de circulação a moeda e impedido o crédito ou pelo menos fica mais restrito para o financiamento desaquecendo a economia. Por qual motivo então um país retiraria o crédito de circulação e impediria seu próprio crescimento?!.

Os EUA sofreu o ano passado o revés de 2008, onde houve a crise no crédito imobiliário gerado pela bolha de crédito que os bancos foram induzidos por alta inadimplência. A nota da dívida americana foi rebaixada, portanto, os bancos tiveram que aumentar suas reservas para cobrir todas as despesas, dificultando o crédito pela compra de dólares gerando a alta de hoje. Como existe pouco crédito no mercado, os bancos geram empréstimos com os bancos centrais até quitarem seus prejuízos.

Assim sendo o país fica estagnado até que o déficit causado, seja quitado e os bancos se restabeleçam financeiramente. Isso exigiria política administrativa e diminuição no consumo do país para reestruturação do próprio orçamento.

O que são padrões gráficos?

Acompanhamento de índices e da situação econômica como um todo, ações, cotações, históricos e vantagens financeiras em relação a um objetivo traçado, são muitas das vezes colocados em 2º plano por investidores mostrando que o pouco interesse onde é colocado seu dinheiro acaba por decisão incorreta e resultado inesperado.

O investidor com o poder de decisão estabelece a prioridade na compra da ação e possui recursos financeiros para que isso se concretize. O que vale saber o que comprar se não existe um capital pra isso? . A economia é fundamental e o investimento dessas economias é que gera o crescimento. Pensando dessa forma tornamos um objetivo de crescimento uma prioridade e assim deve ser levado em conta quando escolhemos aonde aplicar na bolsa, pois do resultado que formos tendo extrairemos nosso lucro.

Existem ferramentas que asseguram a grande parte das pessoas o poder de decisão clara para como está o mercado de ações. A análise técnica é uma plataforma atualizada sobre o desempenho gráfico dos principais Índices Bovespa e dos papéis como um todo. Com ele podemos identificar momentos e padrões geométricos que costumam sinalizar os preços em que se encontram os ativos, mostrando quedas, reversões e tendências em alcance para realizações.

Existem duas categorias que podem ser utilizadas dentro do mercado em relação a formação dos padrões que são: figuras de continuidade e figuras de reversão. Os momentos de compras e de vendas são determinados pela identificação de ambos e sinaliza com maior clareza até que ponto minha posição deve ser mantida.

Vejamos alguns padrões de formação conforme abaixo:

Figuras de continuidade:  Essa categoria é conhecida por uma pausa no momento atual de uma tendência, se estendendo até a fase de congestão do preço ou assim sendo lateralização.

Se esse padrão acontece dentro de uma tendência de alta a probabilidade que ocorra a continuidade da valorização é alta.

 

Agora, se o padrão for identificado em um momento de baixa a possibilidade que se continue caindo também é grande mantendo uma desvalorização.

 

 

Figuras de reversão : Essa categoria é identificada dentre os padrões gráficos como momento contrário a tendência atual, ou seja em um momento a tendência é de alta, o ponto é marcado quando começa a cair e mostra uma possível reversão de movimento voltando aos preços anteriores a alta com tendência de baixa.

 

Quando os preços encontram-se em tendência de baixa, o ponto é marcado quando há movimento contrário a tendência estendendo momento de alta e possível continuidade de movimento até o último topo ou quebra de topo, geralmente utilizado na análise técnica como objetivo de realização ou venda após a entrada no mercado em momento de sinal de subida.

Os investidores que utilizam os padrões a seu favor conseguem antecipar sempre sua estratégia e encaixá-las sempre no momento ideal a situação do mercado.

Qual é o comportamento do mercado de ações?

Quando se pensa em investir em ações a primeira coisa que vem na cabeça principalmente para investidores iniciantes, é como o mercado se comporta e quais são os seus movimentos, e isso é uma das coisas que se deve ter em mente para usarmos a favor de nossos investimentos, afinal, é necessário saber o comportamento do mercado e porque ele está se comportando de tal maneira atualmente.

Podemos encontrar a análise técnica e a análise fundamentalista para analisarmos o comportamento do mercado, de empresas e ações específicas. A análise fundamentalista analisa apenas dados internos da empresa, como lucro, EBITDA, e outros dados divulgados no setor de RI da empresa. O estudo que trata de analisar o comportamento do mercado é a análise técnica.

A análise técnica consegue mostrar por meio de gráficos essas movimentações em dados períodos deduzindo sua história gráfica e sua real tendência, funcionando assim como uma ferramenta de estatística e não de previsão.

Essa ferramenta clareia os movimentos dos preços de acordo com padrões de oferta e demanda de determinada empresa de capital aberto, como também a movimentação do volume financeiro e a tendência alcançada. As operações de daytrade, que são operações de compra e venda em um único dia, se baseiam geralmente na análise técnica e com ela se identifica possíveis reversões de tendências a curto prazo, do mercado para antecipar-se dentro de uma estratégia.

Antecipação é um momento em que o investidor se protege de possíveis sinais em que sua posição atual não é boa no momento saindo antes da hora prevista de um prejuízo.

Os pontos mais comuns e muito úteis da plataforma de mercado e utilizados dentro de uma análise gráfica são os chamados “suportes e resistências”, também conhecidos como “topos e fundos” e alguns casos expressões que aparecem em algumas análises como máximas e mínimas durante o pregão.

Fundos: É o menor preço que a ação estava, antes de iniciar um movimento de alta. Quando uma ação cai e depois retoma a subir, o ponto onde ela parou de cair e começou a subir é o fundo.

Topos: É o maior preço que a ação estava, antes de iniciar um movimento de baixa. Quando uma ação sobe e depois começa a cair, o ponto onde ela parou de subir e começou a cair, é o topo. Em outras palavras, é exatamente o contrário do fundo.

Máximas: Valor máximo que o ativo chegou no pregão ou em dado período de tempo. Para determinar se o ativo fechou bem ou não, geralmente usamos a máxima como uma base, observando sempre se ele fechou a um preço próximo da máxima ou não. Geralmente quando fecha próximo da máxima, é sinal de força.

Mínimas: Valor mínimo que a ação chegou no pregão ou em dado período de tempo. Para determinar se a ação fechou bem ou não, usamos a máxima e a mínima, então se o ativo fechou próximo da mínima, indica sinal de fraqueza e que nos próximos dias poderá cair, entretanto pode significar apenas uma realização saudável também.

Como saber se minha corretora é boa?

Quando vamos iniciar na bolsa de valores, a escolha da corretora é o primeiro passo que damos, e eu diria que é um dos mais importantes também, pois se é por lá que você vai investir, precisa ser uma empresa boa que te atenda prontamente caso você precise e principalmente, que tenha o home broker funcionando sempre. Vai que você pega 100% do seu dinheiro, e comete o erro de comprar tudo em opções, e 2 minutos depois você vê essas opções caindo 80% daí você decide vender no desespero, e quando você clica em vender aparece: “Erro no home broker, aguarde um pouquinho que já volta!”. Pronto, não adianta a corretagem valer R$ 0,50 centavos, o home broker falhou novamente e te deixou novamente na mão quando você mais precisava.

Muita gente costuma escolher uma corretora apenas pelo valor da corretagem, abaixo vou listar em ordem de importância pra mim, quais itens eu vejo pra escolher minha corretora, então por ai você poderá ver se sua corretora atual é boa ou não:

-Contas bancárias da corretora: A corretora pode ser a melhor do mundo, mas se não tem conta bancária no mesmo banco que eu, não abro conta nela pelo fato de cobrar DOC ao transferir ou resgatar o dinheiro, além da demora pra enviar dinheiro e resgatar também. Não dá pra deixar dinheiro parado, nem por 1 dia. Quando envio dinheiro pra corretora, compro minhas ações, e o resto passo de volta pra minha conta e coloco em algum fundo de renda fixa, assim rende dos dois lados. Se a corretora tiver conta bancária no mesmo banco que o seu, você não paga nada pra transferir seu dinheiro, nem pra resgatar, além do crédito ser feito na hora (tanto resgate, quanto aplicação).

-Home Broker: Se a principal ferramenta for ruim, travar muito, cair toda hora. Não tem porque operar em tal corretora, você terá muitos problemas tendo que entrar no suporte toda hora, e gastando conta telefônica tendo que entrar em contato com a mesa de operações toda hora. Uma ligação aqui, outra ali, no final do mês seu lucro foi pra operadora de telefone.

-Atendimento: Os atendentes são bons? Estão fáceis e prontos para realizar um atendimento caso você precise? Tem atendimento online na área do cliente? Se sim, então está ótimo.

-Tarifas: Costumo analisar as tarifas (corretagem, etc) por último, pois invisto a longo prazo, então não pago muita corretagem. Mas você que é trader deve escolher uma corretagem boa sim, pois isso garantirá que seu lucro seja maior também. A questão de tarifas, vai do bolso de cada um, a média de corretagem hoje em dia é de R$ 12,00 por operação (compra ou venda de ações / opções), se sua corretora cobra isso, ou menos do que isso, está em um preço bom sim.

Além dos itens acima, muita gente ainda escolhe também uma corretora caso ela ofereça conta margem, aluguel de ações, venda a descoberto, programa de analisar gráficos no home broker e outros adicionais que os traders mais avançados costumam procurar na corretora de valores. E você, quais itens você avalia para escolher sua corretora?

Bolha especulativa na bolsa de valores

Você provavelmente já deve ter ouvido alguém do mercado financeiro, falar sobre bolha especulativa. Nesse post, vamos comentar um pouco sobre o que significa exatamente esse termo usado em notícias ou assuntos relacionados a bolsa de valores. A imagem abaixo, eu encontrei em um fórum de discussão, sobre uma ação que subiu muito, todo dia ela subia, subia, subia até que de repente ela caiu rapidamente, fazendo diversos investidores que confiavam na empresa, amargar prejuízos enormes.

bolha especulativa

Como podemos ver na imagem, apesar de ela não parecer importante, ela fala de uma realidade que devemos ficar atentos. Como todos sabem, uma bolha é uma coisa que infla, infla, infla e de repente estoura, na bolsa de valores é chamado de bolha a ação ou ativo financeiro que sobe fortemente sem muito fundamento, e possui maiores chances de cair em um movimento forte de correção. O termo bolha especulativa, se refere que essas ações são movidas por pura especulação, ou seja, o investidor compra sem saber exatamente seu real valor, seus fundamentos, apenas apostando a curto prazo que a ação continuará nessa alta expressiva só que caso ela estourar, o investidor poderá amargar um forte prejuízo.

Portanto, é necessário analisarmos os fundamentos de uma empresa e verificar se a alta expressiva possui mesmo um motivo sério, ou senão é apenas pura especulação. Há um tempo atrás, quando a bolsa de valores atingiu o patamar máximo, muita gente começou a falar que a bolsa de valores virou uma bolha, e poderia vir uma próxima crise caso ela viesse com seu forte movimento de correção, quem disse isso não estava errado, de fato a bolsa de valores no seu patamar máximo, poderia vir a ter um movimento de correção que foi o que aconteceu nos últimos meses, porém esse movimento de correção não teve força o suficiente pra gerar uma crise mundial necessariamente.

Seguindo a tendência da bolsa de valores

A melhor forma de obtermos lucros na bolsa de valores, é investirmos nela seguindo a sua tendência, e não o oposto como geralmente ocorre. Por exemplo, se o mercado está em tendência de alta, então o correto é comprarmos ações a um valor, e vendermos elas a um preço mais caro, embolsando nosso lucro. Isso parece óbvio, porém não é sempre assim, mesmo com a bolsa em tendência de alta é muito comum vermos investidores comprando ações na alta e vendendo na baixa, por isso é importante investir sim na tendência do mercado mas também o fator tempo, conta muito na hora de investir.

Quando iniciei na bolsa de valores, eu costumava comprar PETR4 sem analisar nada, torcer pra ela subir e vendia logo sem nenhum objetivo, e como de costume acertei um trade, ganhei muita coragem e nos próximos trades quebrei a cara. Lembro-me do meu primeiro erro, que foi comprar PETR4 na máxima de 1 semana, e em uma simples realização de 2 dias, vendi no desespero achando que ela não iria mais parar de cair, quando então ela voltou e passou o meu preço de compra em questão de 1 semana também.

Meu erro basicamente foi na entrada da ação, eu não soube analisar se o momento realmente estava bom para comprar, e possivelmente acabei comprando a ação próxima de uma resistência, ou praticamente na máxima do dia. Meu segundo erro, foi não ter definido um stop em caso do movimento de alta reverter. A entrada em uma ação, é primordial para obter lucro, portanto se uma ação sobe 30% em um dia, lembre-se que entrar nela após essa alta toda, é mais arriscado do que comprá-la em caso dela cair 30% em um dia.